10/10/2018

Pela fusão PV-Rede

 
Unidos no passado e no futuro
Chegou a hora de reverter a tragédia política de 2011 que foi a divisão entre os verdes e os marineiros que depois formaram a Rede Sustentabilidade. Foi um terrível fator de enfraquecimento do peso político dos ambientalistas brasileiros. Seu resultado final foi condenar o PV à irrelevância e reduzir a muito pouco o imenso capital eleitoral de Marina conquistado em 2010. Embora sem consequências em número de votos, em 2014 –mas com custo político-- isso se explicitou dramaticamente agora. 

O fato é que além do resultado consequência de um irresistível voto útil, o PV se viu reduzido a quatro deputados federais (mas quites com a cláusula de barreira) e a Rede com uma deputada e 5 senadores mas sem atingir a dita cuja.

É nada menos que uma questão de sobrevivência reverter a divisão e promover a unidade em um único partido ambientalista com uma agenda restrita a temas ambientais porem clara e firme. 

Tendo me voltado ao PV embora sem atuação, nem candidatura, estou disposto a trabalhar por essa unidade pois os tempos que se avizinham serão muito difíceis. Por outro lado, a agenda ambiental e climática estará mais do que nunca na ordem do dia. Essa articulação deve se dar em torno de Eduardo Jorge que desempenhou o papel do vice de Marina com dignidade e competência e reconhecer o extraordinário papel dela como líder da sociedade civil global que não foi de maneira alguma afetado pelo resultado eleitoral.

Vamos trabalhar para unir os socioambientalistas e lhes oferecer uma ferramenta de atuação no campo político/parlamentar/institucional sem prejuízo dos campos de atuação diversos de cada um de nós e dos outros temas que eventualmente possamos nos engajar.

A situação que viveremos a partir de 2019 é cheia de perigos e dificuldades mas também de novos desafios e oportunidades. 

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